quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

É possível fundir a sabedoria deste mundo com a sabedoria das coisas divinas?

Divorciar a vida do espiritual é faze-la perigar.



" (...) É possível fundir a sabedoria deste mundo com a sabedoria das coisas divinas? Por que não? Por que, por exemplo, não há de o pesquisador aliar-se ao administrador prático? Conheço o dono de uma fábrica de produtos químicos numa província inglesa, que tentou fazer isto. Toda a sua organização, seu equipamento de laboratório, seus métodos de anúncio e seus produtos manufaturados se colocam facilmente, entre os seus congêneres, como os melhores e os mais modernos. Ele trata seus numerosos operários na base da Regra de Ouro. Não há nada, dentro do bom senso, que não faça por eles, como resultado de que não há nada razoável que os operários não façam para ele. Todas as noites, antes de se recolher para repousar após um dia de poeira e esforços — e esse era o único tempo de que dispunha — dirige-se a um recanto sossegado de sua casa e dedica uma tranquila meia hora à quietude mental, extraindo daí uma paz sublime e energia alentadora, que o habilitam a manter uma secreta Uberdade do espírito em meio de toda a mecanização de hoje. Ele tornou esta prática regular perfeitamente compatível com a vida ativa. Proporciona-lhe um equilíbrio interior em meio das distrações e turbulências da presente existência. A força e sabedoria superiores que ele encontra no divino centro, são mais tarde aplicadas na ação efetiva em sua administração.

O administrador que objete não ter tempo nem ideia para interesses espirituais, porque seus afazeres materiais o absorvem totalmente, acha-se em triste condição. Qual é, então, o verdadeiro interesse do homem?
É justo considerarmos nossas necessidades materiais do momento, mas não é justo considerá-las sem uma referência a algo mais.

São numerosos os ocidentais que se sepultaram em seus negócios e mui raramente saem dali para observar que existe um sol espiritual lá em cima. Milhares de pensamentos se atropelam em suas cabeças da aurora ao crepúsculo: a noite cai e eles se entregam à colheita do que semearam. Em meio de todo este fértil campo de pensamentos e vida, que lhes resta? Mesmo quando sua saúde periclita e o médico lhes prescreve umas longas férias, tal é a sua escravidão que, embora não possam levar os negócios consigo, são obrigados a levá-los em suas mentes. Seus negócios constituem agora o seu condutor, e eles, os jumentos carregados.

E vem um dia triste mas inevitável na existência do homem, ao descobrir que, apesar de todo seu afã, não lhe sobrou nada nas mãos senão um punhado de folhas secas. Nesse dia talvez comece a perceber que a verdade espiritual não é uma ciência abstraía, nem uma abstrusa especulação; é um modo de vida, uma visão mais profunda do mundo. Talvez lhe seja doloroso chegar-lhe esse dia, porém isto é o prelúdio de uma felicidade meritória.

Os assuntos práticos da vida não mais existem para servi-lo, mas para tiranizá-lo. "As coisas selam e cavalgam a humanidade", disse Emerson algures, e isso calha aos homens desse tipo. A consciência que poderia libertar-se por um curto período do dia para adquirir a joia da interna paz espiritual, é compelida pela máquina que eles construíram ao seu redor a moer-se nas coisas triviais e pueris.
O homem, ansioso por aperfeiçoar suas máquinas, esquece-se de se aperfeiçoar a si próprio.

Divorciar a vida do espiritual é faze-la perigar. O eu ativo deve ser alimentado pelas fontes espirituais do eu mais profundo. Cabe-nos equilibrar nossas atividades com a nossa contemplação. O intelecto crítico deve encarar a intuição visionária como amiga, não como inimiga; as capacidades comerciais devem colaborar com as imaginações espirituais; ao passo que nosso profundo egoísmo necessita andar de mãos dadas com nosso mais profundo altruísmo. Desta maneira cada qual de nós pode tornar-se o expoente de um profundo conceito em sua vida mais superficial.(...)."


Paul Brunton
(O Caminho Secreto)

Oponha-se às tendências nocivas


"(...) Os erros e as dívidas de vidas anteriores ainda não saldados estão presentes hoje para nos assediar. Se quisermos nos livrar deles, precisamos nos libertar do nosso ego ou então gerar pensamentos e ações de caráter oposto.


"Quem de nós tem o poder de alterar as consequências de ações anteriores? Podemos nos corrigir, arrepender-nos e fazer penitências. Podemos nos opor a elas praticando boas ações contrárias àquelas. Porém, faz parte das atribuições do karma nos fazer sentir responsáveis pelo que fazemos e não podemos fugir a essa responsabilidade. Em um certo sentido, contudo, existe um grau de liberdade e um poder de criatividade que pertencem ao Eu Superior divino existente em cada um de nós.


O que aconteceu, aconteceu e não há nada que possamos fazer a respeito. Não podemos reescrever o passado, não podemos reparar as ações erradas que praticamos, as mágoas que causamos ou os desgostos que ocasionamos tanto aos outros quanto a nós mesmos. No entanto, embora os registros passados não possam ser alterados, nossa atitude atual diante deles pode ser modificada. É possível aprender lições com o passado, aplicar a ele a sabedoria, tentar melhorar a nós mesmos e as nossas ações, criar um karma novo e melhor. Acima de tudo, depois disso feito, podemos nos libertar totalmente do passado e aprender a viver no eterno presente, ao nos voltarmos para o verdadeiro Ser, a consciência do Eu sou e não do eu era.


Se você quer modificar o seu karma, comece por mudar sua atitude: primeiro, com relação aos acontecimentos externos, às pessoas e às coisas; segundo, com relação a si mesmo (...)."


 Paul Brunton
(O que é o Karma?)

A Graça e o karma

"(...) A Graça é uma energia mística, um princípio ativo próprio do Eu Superior que, por um lado, pode produzir resultados no pensamento, no sentimento e no corpo físico do ser humano e, por outro, em suas relações e circunstâncias kármicas. 


Trata-se da vontade cósmica, não apenas de um desejo piedoso ou de um pensamento generoso, e pode realizar milagres autênticos pela ação de suas leis desconhecidas. Sua energia dinâmica é tão poderosa que é capaz de fazer uma pessoa perceber a realidade suprema com a mesma facilidade com que pode restituir a vida a alguém que esteja morrendo ou devolver instantaneamente o uso dos membros a um inválido.

Existe esperança para todos porque existe Graça para todos. Ninguém é tão pecador que não possa encontrar perdão, purificação e renovação(...)."

Paul Brunton.
(O Que é o Karma?)

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Frases diárias de Paul Brunton por e-mail

Ecos sobre Paul Brunton:


Irei promover diariamente o envio de frases de Paul Brunton, gratuitamente, por e-mail. 

O trabalho será é experimental, voluntário, e respeitará as características do autorO intuito apenas é, de divulgação pérolas do ensinamento filosófico-espiritual do autor, e poder colaborar de alguma forma ao caminho evolutivo de cada um. Não há nenhum fim lucrativo, e nem ligações com qualquer grupo espiritual ou outros.

As frases serão coletadas aleatoriamente, dos escritos de Paul Brunton, lembrando que sem modificação ou acréscimo nas mesmas - portanto, frases genuínas.

Quem quiser receber no seu e-mail, todos os dias estas frases ou textos, envie para o e-mail   soradasan@gmail.com     com o título da mensagem: Inscrever.

 Um dia após a inscrição, você receberá as mensagens diárias. Você pode inscrever diversos e-mails.

Para mais informações, acesse:

Uma frase de Paul Brunton diariamente



Dúvidas, problemas ou sugestões, não hesite em me contatar.

Com gratidão e alegria,
Sora Dasan.

Quem foi Paul Brunton?


Paul Brunton foi um filósofo, místico e viajante. Nasceu em 21 de outubro 1898 recebendo nome de batismo como Raphael Hurst. Desencarnou em 27 Julho de 1981.



‘Paul Brunton é considerado um ser humano raro de se ter hoje em dia: um sábio.’

Foi um filósofo britânico, místico e viajante. E sua profissão usual era como jornalista e livreiro.

Durante a infância e adolescência, estava sempre em contato com alguma forma de estudo e inspirações através de volumes, como pelas Cartas de São Paulo e romances ocultistas e filosóficos. Praticou a meditação, e apesar de alguns sucessos, teve várias decepções em sua busca, o que o deixou em desolação e angústia espirituais, levando até a ver as coisas com ceticismo. Este foi um bom condicionamento, pois permitiu que futuramente tivesse visão clara e racional, sabendo separar a pureza dos ensinamentos sagrados, do fanatismo reinante e da irrealidade que muitos ensinamentos antigos, e ainda atuais, pregaram. Soube separar o “joio do trigo” com total compreensão e inteligência.

Durante sua carreia jornalística, escrevia inúmeros artigos sob vários pseudônimos, como Raphael
Meriden e Raphael Delmonte. Posteriormente, ele adotou o nome Brunton, Paul ou, PB, como apreciava ser chamado.


(Karen Tottrup- esposa)
(Kenneth Hurst - filho)
Não gostava de compartilhar sua vida pessoal, mas sabemos que ele contraiu matrimônio e deste gerou um filho, que foi um dos divulgadores de suas obras: Kenneth Hurst (1923-2009). PB divorciou-se quando Kenneth tinha ainda cerca de seis anos de idade. No entanto, ele permaneceu em contato regular com seu pai, que lhe dava tanto conselho espiritual como mundano. 




Onde PB foi um autor, Kenneth envolveu-se com os negócios da publicação, sendo presidente da divisão Overseas do Prentice Hall e, assim, passou muitos anos viajando para vários países em nome da Prentice Hall e seus autores. Kenneth era ativo em muitos grupos cívicos e falou muitas vezes sobre as ideias encontradas nas obras da OP, em termos que fossem mais familiares para os seus colegas. Dava palestras para diversos grupos espirituais em todo o mundo sobre os ensinamentos de PB, e ensinava por seu próprio juízo, como aplicar essas ideias na vida diária.
  


Ele visitou PB na Suíça com bastante regularidade e esteve presente em sua morte, junto com Paul Cash. Depois desta grande perda, ele se envolveu com a comunidade de Goldenrod e fez muito para ajudar a criar a PBPF. Kenneth tem atribuído muitos dos direitos de vários livros, garantindo assim que todos eles permaneçam em impressão por muito tempo ainda.
PB parece que teve ainda outro relacionamento, mas dedicou-se exclusivamente a vida espiritual e ao trabalho que ele desenvolveria neste mundo. 

Após o período conturbado da Primeira Guerra da qual ele a serviu em uma divisão de tanques, saiu deste episódio e dedicou-se a carreira jornalística. Trabalhando como livreiro por volta de 1920 em Bloomsbury, na The Atlantis Bookshop, ficou em contato com diversos livros ocultistas e filosóficos, o que lhe ajudou no cultivo ao estudo do misticismo, partindo em busca de origens mais claras acerca da existência.
Durante um tempo de crise em sua vida, e além disso com sua sensibilidade mística e oculta, tomou uma clara decisão de viver um período entre iogues, místicos, homens santos e mulheres santas, estudando com abertura e dedicação aos ensinamentos esotéricos orientais e ocidentais. Foi no início dos anos de 1930, que Brunton embarcou na Índia. Depois partiu para o Egito e depois à diversos países.




Neste período rico em sua vida, esteve em contato com instrutores como Meher Baba, Sri Shankaracharya de Kancheepuram e Ramana Maharshi. Quando Brunton contatou Shankaracharya de Kanchipuram, ele foi imediatamente encaminhado para conversar com Sri Ramana.
Brunton então passou um período de diversas visitas ao ashram de Sri Ramana, com diversos colóquios e singulares momentos que lhe permitiu auscultar mais o seu interior... Durante uma destas visitas acompanhado por um monge budista, Swami Prajnananda, Brunton perguntou a Ramana:  "Qual é o caminho para a realização de Deus?" E Ramana lhe respondeu: “Perguntando – ‘Quem sou eu?’ Busque a natureza de seu Ser."

A partir deste momento, Brunton, como os seus estudos, introduziu muitos ensinamentos de Ramana Maharshi para o Ocidente em muitos de seus livros, como o A Índia Secreta e o Caminho Secreto.
(Sri Ramana e PB)
Brunton passou por uma experiência única para sua vida, durante um destes encontros e estudos com Ramana. Estando um dia com Ramana e seus discípulos, Brunton teve uma experiência de iluminação genuína que lhe mudou para sempre. Ele narra a seguinte situação:

         “Encontro-me fora da consciência mundial. O planeta que até agora me abrigou desapareceu. Eu estou no meio de um oceano de luz ardente. Este último, eu sinto um pouco do que penso, que é o material primordial a partir do qual os mundos são criados, o primeiro estado da matéria. Ela se estende longe no espaço infinito indizível, e é incrivelmente viva.”


(Sri Krishna Raja Wadiyar IV)




Já durante o período da Segunda Guerra Mundial, PB viveu na Índia hospedado na casa do marajá de Mysore, Sua Alteza Sri Krishna Raja Wadiyar IV. 
Brunton dedicou um de seus livros a este amigo, “A Busca do Eu Superior” e quando este faleceu em 1940, Brunton esteve presente em seu funeral. Logo após, PB foi proibido de visitar o ashram Sri Ramana Maharshi, mas mesmo assim manteve ligação interna com este Mestre.
Paul Brunton então empreendeu novas viagens, e passou por um período agitado de produção de artigos e livros, ao qual foi compelido a escrever. Mas viveu mais de forma reclusa.


Grande amante da Natureza, passava períodos em aprazível contato com os reinos da natureza, em florestas, em retiros, em silêncio, em meditação e união com seu Ser interior. Após duas décadas de escritos, Brunton aposentou-se da publicação de livros e dedicou-se a escrever ensaios e notas em seus períodos de reclusão.

Visitou alguns países, porém se fixou em Vevey, na Suíça para viver seus últimos anos. Faleceu em 1981. No tempo que ele permaneceu neste país desde a última publicação de seu livro em 1952, ele havia escrito cerca de 20.000 páginas de escritos filosóficos...

Um amigo de longa data de Brunton, o filósofo Anthony Damiani, coordenou uma equipe de pessoas para que fosse iniciado a publicação destes artigos. O mesmo foi ordenado e disposto em 16 volumes em 1984, pelo editor sueco-americano Robert Larson. O material está disponível, mas ainda infelizmente não foi traduzido para o português!

Grande parte dos estudiosos mantêm certa distância de PB por não o considerarem como um autêntico instrutor espiritual, porque muitas vezes ele contestava e mostrava às claras aquilo que era velado ou, apontava falhas e erros absurdos em certas filosofias espirituais. Outras vezes obtemperava pensamentos e conduta inábil de muitos estudiosos e até mestres de grupos.
Muitos não o creditam como o introdutor da Yoga para o Ocidente, por causa da existência de outros instrutores como Blavatsky, Vivekananda e Yogananda. Estes tem uma posição de renome diante da teosofia e yoga para o Ocidente. Nenhum outro escritor, mas apenas Brunton, declarou que o Mentalismo é a doutrina esotérica do Oriente. Mas para aqueles que estão a par de suas obras, terão plena certeza que ele ultrapassa até mesmo certas filosofias e pessoas dedicadas ao caminho espiritual, de forma gentil e humilde.

Combinando o seu próprio inquérito interno com as antigas tradições e ensinamentos contemporâneos, PB desenvolveu uma filosofia para atender o século 21, mergulhada na maior sabedoria e amor para a humanidade, buscando a Sabedoria da Mente Pura e do Amor de nosso próprio Eu Superior.
 
(PB e Juni Elger da Czechoslovakia)



Vemos que PB teve praticamente uma vida inteira dedicada a investigação interna e externa do ser humano e sua existência espiritual. Paul Brunton habilitou-se como nenhum outro a trazer os ensinamentos secretos do Oriente para o Ocidente e torná-los compreensíveis para o coração, mente e alma do homem moderno. PB desvendou as verdades espirituais que flui através de todas as religiões e filosofias.

Seus escritos fornecem aos buscadores espirituais de todas as religiões, assim como pensadores independentes, um guia completo de beleza e graça que impulsiona qualquer um para frente, para encontrar o maior de todos os tesouros, o nosso próprio Eu Superior, alma ou Ser Superior!




Com seu senso de direção espiritual extremamente polido, seu cavalheirismo e humor britânico do século pretérito, humildade e audaz inteligência, são apenas pinceladas desta personalidade que existiu e colaborou muito na iluminação deste mundo. Não podemos descrevê-lo e nem compreender ainda o que representou para nós. De onde ele estiver, apesar de estar em outra existência, seus ensinamentos de outrora estão tão vivos e atuais para este momento planetário, que só podemos nos remeter a ele com sentimentos de agradecimento e respeito, e ir ao encontro do nosso eu Superior. A ajuda temos inúmeras!



Se quiser saber mais sobre a vida e obra, leia na Fundação PB: 

Blog: Diário sobre Paul Brunton

Criei este blog – Diário sobre Paul Brunton – com o escopo de trazer um pouco de luz diante tantos materiais de cunho espiritual, que são divulgados hoje pela internet.
Deixarei sempre postagens com textos e ensinamentos diariamente ou semanalmente.

Não pertenço a religiões, nem a seitas e nem a grupos espirituais distintos. O meu único objetivo ao ter criado este portal é ajudar a repassar aqueles que procuram um impulso espiritual livre de imposições ou cultos religiosos, informações acerca de um instrutor e sua obra, que infelizmente ainda permanece um tanto oculto ou incompreendido.
Um blog como fonte de impulso para conhecerem pelo menos os livros, e tirarem por si mesmos suas conclusões. PB nos ensina a caminhar com nossos próprios pés. Nos conduz de forma mais segura e exata pelos caminhos tortuosos de nossa efêmera existência. 


Nas obras de Paul Brunton, apesar de em algumas ele ter feito diversas sínteses e comparações religiosas e afins, é de caráter filosófico-espiritual, liberado de quaisquer conceitos e ligações pseudo-religiosas ou de seitas ou de doutrinas. Seus escritos, culminam na busca verdadeira, orientando-nos por sua própria experiência, a irmos ao encontro do Eu Superior que habita imperialmente - ainda que ocultamente e humildemente -  no interior de cada ser.
Foi esse seu despojamento e liberação espiritual, que me encantou e me alimentou, e hoje me torna mais segura para buscar além do que o mundo nos impõe. 


Não o aponto como um Mestre ou guru que deva ser seguido. Mesmo porque, quando em vida ele nunca desejou ter seguidores ou até mesmo discípulos. Este não era o caminho. Apenas deixou antes de “partir”, sua colaboração à evolução deste mundo, com obras escritas e grandes impulsos internos, que trarão mais luz e liberação ao caminho daqueles que querem trilhar sua jornada evolutiva com mais consciência.


O blog não possui caráter religioso comum. Não busca de nenhuma forma fins lucrativos. Repito, o intuito deste portal é apenas divulgar e trazer à superfície, orientações e pérolas deste importante instrutor que foi e é uma das grandes luzes deste planeta. Diante da transcrição de seus escritos que colocarei aqui, não há nenhum adultério de suas palavras e nem acréscimos pessoais.


Atento que diante de citações do autor, o blog não substitui de nenhuma forma a leitura dos livros de Paul. É necessário que você busque, leia e estude, para chegar as suas próprias conclusões, e aprenda com ele, a encontrar mais luz em seu horizonte.


E espero muito de coração, de forma singela e por gratidão, colaborar com a divulgação das obras e materiais sobre Paul Brunton.


Para buscarem mais informações, acessem o site da Fundação Paul Brunton (Aqui). Lá você encontrará informações detalhadas acerca deste grande instrutor!

Agradeço,
Sora Dasan.