quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Ensinamentos...

A hereditariedade, a educação, a experiência, o karma (tanto o coletivo quanto o pessoal), o livre-arbítrio e o ambiente conspiram para moldar a forma externa bem como a estrutura interna da vida que temos de viver. Tecemos nosso próprio destino, mas o tipo, a cor e a qualidade do fio que usamos nos são impostos por nossos pensamentos e atos passados. Em resumo, nossa existência possui um caráter semi-independente, semipredeterminado.

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O karma nos traz os resultados de nossas próprias ações, mas estes estão inseridos na Ideia-do-Mundo, que é a lei suprema e determina o curso das coisas.

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A liberdade de cada pessoa chega até um certo ponto e depois é cerceada pelo destino. Além desse limite, a pessoa é tão indefesa quanto um bebê e nada pode fazer.

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As tragédias gregas mostram como sucessivos acontecimentos podem voltar-se contra uma pessoa por ordem de um poder superior — o destino. Elas mostram como a vontade humana é impotente para evitar catástrofes e desastres quando a vontade universal aponta na direção oposta.

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Somente quando os planos pessoais obtêm a aprovação do destino é que eles podem se concretizar.



Paul Brunton


(O que é o Karma?)


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